Seus textos agora lotam minha tela. Já li, reli, mal sei se são realmente seus... Tento decifrar quais são ou não sobre nós, quais são mais sinceros, mais da alma. Prossigo confusa, assim como você também o parece fazer. É tão difícil interpretar, com essas suas palavras pela metade, argumentos ocultos, sentimentos ocultos, momentos ocultos. Já não me conta nada, já não sei o motivo de suas aflições, embora ache que nunca tenha chegado a realmente saber.
É muito difícil seguir em frente sem ter você para conversar, abraçar, admirar. Meu próprio inconsciente me sabota, sonho contigo, te sinto, te vejo, te tenho, mas logo acordo e já não é mais nada, volto ao estado de completa dúvida e solidão, completa falta de resolução.
Continuo sentindo sua falta. Todas as palavras não ditas, não lidas, não ouvidas, onde estão? Que falta fazem. Tanto quanto você faz. Falta. Fico folheando meus rascunhos em busca de algo que valha a pena ser dito, ser mostrado. Não encontro, é muito íntimo, muito meu. Não quero que saiba o quão fraca sou... Talvez essas palavras escondidas em minhas folhas de certa forma atenuem ou agravem a situação, pela forma como foram dispostas, mas elas são e sempre foram reais para mim.
Estou agora prosseguindo com os novos métodos, mas todos sabem que sou péssima com métodos, regras, rotinas, diferentemente de você. Muito em breve falharei. Se tem coisas que faço, são falhar e desistir. Mas não desisti de você. Será que falhei?
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